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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Vai sair mais monstro', diz menor sobre centro de internação em Goiás

Vai sair mais monstro', diz menor sobre centro de internação em Goiás

Autoridades e pais criticam a falta de projeto pedagógico e de infraestrutura.
Promotora afirma que não consegue aplicar o ECA: 'O sistema não funciona'.

Do G1 GO
monitores, conselheiros tutelares e pais criticam a falta de projeto pedagógico e de infraestrutura de centros de internação de menores infratores em Goiás. Para eles, as unidades não promovem a ressocialização dos adolescentes, pois estão mais parecidas com “minicadeias”.

quem vai para o 7º Batalhão [onde fica o Centro de Internação Provisória (CIP) em Goiânia] vai sair de lá mais monstro do que já está ou mais psicopata. É um mês ‘pondo pilha’ na sua cabeça”, revela um menor que já esteve internado na unidade.


O Jornal Anhanguera 1ª edição exibe esta semana a série 'Adolescência Fora do Rumo'.

A medida de internação é a maior punição para um adolescente que comete um ato infracional. Ela não pode passar de três anos, sendo que a cada seis meses, o juiz precisa ouvir o menor e avaliar se ele está arrependido, mudou de atitude e, assim, voltar ao convívio social.
Para a reeducação do menor, a legislação exige que os centros de internação ofereçam escola regular, profissionalização, esportes e apoio psicológico. No entanto, isso não consta em quase todas as unidades.
Internada no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Goiânia, uma menor explica que passa a maior parte do tempo vendo TV. “Não tem muitas atividades para a gente executar aqui dentro. Tinha a quadra, mas agora está tendo uma reforma, aí os materiais tão ficando na quadra e gente não tem muita atividade", conta.
Ainda se vê no sistema socioeducativo uma minicadeia"
Promotora de Justiça,Karina D'Abruzzo
Pais de jovens internados lamentam a situação dos filhos. “Eles não estão aí para serem recuperados. Eles estão aí para ficar fora da sociedade”, reclama um pai.
Para a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude, a promotora de Justiça Karina D'Abruzzo, “alguns deles ainda estão mais próximos do sistema penitenciário do que o de socioeducação”.
“Quando a gente diz que é para inglês ver, é justamente isso. Ainda se vê no sistema socioeducativo uma minipenitenciária, uma minicadeia. Ao ponto de se pensar só em regimento, do que pode e o que não pode fazer, mas não se pensa nessa questão da socioeducação”, defende a promotora.
Exceção
Uma das exceções é o Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Formosa, no Entorno do Distrito Federal. Considerada modelo para o estado, a unidade conta com uma escola, projeto pedagógico e alojamento individual.
“Eu entro aqui pensando que eu preciso alcançar o coração do adolescente para que eu possa mudar aqui dentro e ele dar continuidade lá fora enquanto cidadão, vivendo com dignidade”, garante a pedagoga Luzia Bazoti.
Centro de internação conta com escola em Formosa, Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)Centro de internação conta com escola em Formosa (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
Juiz da 1ª Vara Cível da Infância e Juventude da Comarca de Formosa, Lucas Siqueira faz questão de cumprir com as determinações do ECA. O magistrado afirma que não autoriza colocar dois adolescentes em cada alojamento, como “insiste” o Grupo Executivo de Apoio a Crianças e Adolescentes (Gecria), da Secretaria da Mulher, Desenvolvimento Social, Igualdade Racial, Direitos Humanos e do Trabalho (Secretaria Cidadã)
“Se você abre exceção, nossa capacidade de 80, vai duplicar para 160 adolescentes com o mesmo quantitativo de servidores. A gente não vai conseguir ter um trabalho de reeducação desses adolescentes”, defende Siqueira.
Falta de vagas
No estado, há dez centros de internação com capacidade para 382 adolescentes, mas abrigam 420. Durante visita da reportagem na CIA de Goiânia, os menores gritam “tá lotado”.
Ficamos de pés e mãos atadas por uma falta de estrutura do governo"
Juíza Stefane Fiúza
Sem local para encaminhar os menores, juízes precisam liberar os que cometeram atos infracionais mais leves ou soltar aqueles que já estão internados e possuem bom comportamento. Em uma audiência em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, a magistrada Stefane Fiúza teve que soltar um menor que foi flagrado roubando.
“Você iria para um centro de internação. Como não tem, infelizmente, o governo do estado não oferece vaga para todos, você vai ter essa única oportunidade de ter liberdade”, disse a juíza para o adolescente durante a audiência no Fórum de Aparecida de Goiânia.
A magistrada reclama da falta de vagas. “Se eu não soltar aquele ali, não tem como eu ter a vaga para colocar outro. Então, a partir daí, ficamos de pés e mãos atadas por uma falta de estrutura do governo do Estado”, critica Fiúza.
Quadra é usada apenas para banho de sol de internos em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)Quadra é usada apenas para banho de sol de internos em Goiânia (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
Construção
Para tentar sanar a falta de vagas e estrutura adequada, o Ministério Público de Goiás acordou com o governo a construção e reforma de oito unidades, em 2012. O prazo estabelecido no termo de ajuste de conduta (TAC) venceu no fim do ano passado e nenhum centro de internação ficou pronto. A obra mais adiantada é da unidade de Anápolis, a 55 km de Goiânia.
A Secretaria Cidadã pediu a prorrogação do prazo estabelecido anteriormente. “Pedimos ao Ministério Público que fizesse uma revisão do nosso pleito, e o Ministério Público tem entendido que nós estamos trabalhando seriamente para que as coisas aconteçam e para que as obras sejam entregues”, defende a secretária Leda Borges.
Obras em centros de internação estão atrasadas em Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)Obras de centros de internação estão atrasadas
(Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
Uma decisão judicial poderia forçar o governo a cumprir o acordo, mas não é a opção inicial do MP-GO.
“Se você executa dizendo, olha, o Estado não cumpriu o seu papel, juiz, vamos cobrar isso do Estado, vamos bloquear verbas, fixar multas, isso não quer dizer que da noite para o dia vai surgir um centro de internação. De tudo que a gente percebe é essa boa vontade política e a noção de cumprimento da lei no sentido de colocar em prática o que a promotoria determina”, afirma a coordenadora do CAO da Infância e Juventude.
Em nota, a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) informou que as unidades de Anápolis e São Luís de Montes Belos está em andamento. A previsão é de que as obras nos centros de internação de Rio Verde e Porangatu comecem neste ano. A construção de outros quatro centros está em fase de licitação.
Medidas socioeducativas
Na maioria das vezes, o adolescente que comete um ato infracional não vai para um centro de internação e se torna responsabilidade dos municípios. Ele pode sofrer medidas como advertência, cumprir liberdade assistida, semiliberdade, prestar serviços à comunidade ou ter que reparar algum dano.
Na capital, a Secretaria de Assistência Social acompanha 700 jovens que prestam conta do que fizeram de errado em liberdade. “Eles estão no nosso convívio, mas não significa que ele cometeu algo e não está pagando. Está sim”, disse a coordenadora do Centro de Referencia Especializada em Assistência Social da Região Leste, Rosária Batista Arantes.
Se esse sistema não for completo, é inevitável que ele reincida no mesmo problema"
Defensora pública Fernanda Rodrigues
Uma das instituições que acompanham esses menores é a Associação de Idosos do Meia Ponte. A secretária administrativa do órgão, Sinete de Lima Moraes Fernandes, garante que não há orientação profissional para estes adolescentes. “O Creas sabe que a associação não faz um trabalho de inserção social. Eles [adolescentes] nos auxiliam com atividades do dia-a-dia. Sabem a realidade da associação e continuam mandando”, denuncia.
Presidente da associação, Gilca Aparecida Ferreira acredita que muitos menores se recuperam. "Na nossa unidade nós não temos assistente social, psicóloga, então, nós trabalhamos da maneira nossa, com amor e carinho", afirma.
A Secretaria de Assistência Social afirma que faz o acompanhamento dos menores por meio de ligações paras os coordenadores das associações e da visita mensal de uma equipe técnica.
A Defensoria Pública defende que é preciso mudar o sistema. “Se esse sistema não for completo e perfeito, por exemplo, para providenciar escola, profissionalização, esse adolescente vai continuar integrando todo um sistema caótico que levou ele a entrar nesse sistema de uso de drogas e é inevitável que ele reincida no mesmo problema”, afirma a defensora pública Fernanda Rodrigues.
“A lei não está errada. Nós apenas não conseguimos aplicar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) como realmente ele declara, preceitua. Ele preceitua um sistema que funciona e o nosso sistema não funciona”, conclui a promotora de Justiça de Goianira, Carla Brant Roriz.
Menor realiza atividades de faxina em centro de internação em Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
Menor realiza atividades de faxina em centro de internação em Goiás (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)

fonte G1

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

PAGAMENTO DOS SERVIDORES EM GOIÁS /Servidor sofre atraso recorde em toda gestão de Marconi e Eliton

PAGAMENTO DOS SERVIDORES EM GOIÁS /Servidor sofre atraso recorde em toda gestão de Marconi e Eliton

Servidor sofre atraso recorde em toda gestão de Marconi e Eliton





Quando se trata de Marconi Perrillo (PSDB), tudo é possível, mas o servidor acordou perplexo nesta segunda-feira, 11. "Mas não estão lançando obras?", perguntaram alguns. "Goiás não é o melhor do país em situação fiscal", recorda outro ao ouvir a ficção no programa do governo no rádio.
O servidor já precisou mudar a data das contas há um ano, do dia cinco para o dia 10, e agora bate de cara, com o aviso em sua agência da Caixa que o pagamento não saí entes de quarta-feira, 13. Até outubro de 2018 eles batem a meta e viram outro mês. 
FONTE http://www.goiasreal.com.br/noticia/6468/servidor-sofre-atraso-recorde-em-toda-gestao-de-marconi-e-eliton

PAGAMENTO DOS SERVIDORES EM GOIÁS /Servidor sofre atraso recorde em toda gestão de Marconi e Eliton

Servidor sofre atraso recorde em toda gestão de Marconi e Eliton





Quando se trata de Marconi Perrillo (PSDB), tudo é possível, mas o servidor acordou perplexo nesta segunda-feira, 11. "Mas não estão lançando obras?", perguntaram alguns. "Goiás não é o melhor do país em situação fiscal", recorda outro ao ouvir a ficção no programa do governo no rádio.
O servidor já precisou mudar a data das contas há um ano, do dia cinco para o dia 10, e agora bate de cara, com o aviso em sua agência da Caixa que o pagamento não saí entes de quarta-feira, 13. Até outubro de 2018 eles batem a meta e viram outro mês. 
FONTE http://www.goiasreal.com.br/noticia/6468/servidor-sofre-atraso-recorde-em-toda-gestao-de-marconi-e-eliton

Líder de quadrilha de tráfico internacional de drogas é preso em Pirenópolis

Líder de quadrilha de tráfico internacional de drogas é preso em Pirenópolis

Segundo informações da Polícia Militar (PM), Edgar Pires Abadio estava escondido na cidade goiana, quando foi abordado por policiais militares.
Do Mais Goiás, em Goiânia | Postado em: 09/09/2017 às 09:33:34
Líder de quadrilha de tráfico internacional de drogas é preso em Pirenópolis
Edgar Pires Abadio estava escondido na cidade goiana, quando foi abordado por policiais militares.

Falso policial civil é preso após disparar várias vezes em um bar no Jardim Atlântico, em Goiânia


Falso policial civil é preso após disparar várias vezes em um bar no Jardim Atlântico, em Goiânia


Segundo a PM, o homem estava com lesões no rosto e no braço. Além disso, o suspeito estaria alterado no momento da abordagem; populares alegam que ele estaria bêbado


Do Mais Goiás, em Goiânia |





Documentos falsos apresentado pelo suspeitos aos agentes (Foto: PM)

Um homem identificado como Juliano Diniz foi preso na noite desse domingo (10) após efetuar vários disparos em um comércio da avenida Ipanema, no Jardim Atlântico, Região sudoeste da capital. Ele se passava por policial civil e estaria embriagado no momento do incidente.


Segundo informações da Polícia Militar (PM), uma equipe do Centro de Operações Policiais Militares (Copom) repassou informação ao 7° Batalhão de que havia um policial civil ferido por disparos de arma de fogo. Ao se deslocarem para o local, os agentes encontraram Juliano com roupas sujas de sangue e lesões no rosto e no braço, cujas origens ainda não foram determinadas. Ainda segundo a PM, Juliano resistiu à abordagem e desacatou os agentes. Após negociações, ele se rendeu e os policiais apreenderam a arma de fogo.

A corporação alega que populares relataram aos policiais que Juliano chegou bêbado e efetuou diversos disparos, colocando em risco a vida dos frequentadores do local. O suspeito apresentou uma falsa carteira de policial civil como agente de 2° classe para os policiais no momento da identificação.

Ele foi levado para o Hospital de Urgências de Goiânia e, após alta, foi conduzido à Central de Flagrantes. Ele responderá pelos crimes de uso de documentação falsa e disparos em via pública.

FONTE É MAIS GOIAS

Preso é encontrado morto dentro de cela na cadeia de Caldas Novas, GO


Preso é encontrado morto dentro de cela na cadeia de Caldas Novas, GO

Segundo Seap, vítima tinha várias lesões pelo corpo e há suspeita de homicídio. Outros 13 estavam com o detento.




Por Vanessa Martins G1 GO



O detento Ailton Guedes da Silva foi encontrado morto dentro da cela da Unidade Penitenciária de Caldas Novas, no sul de Goiás. A Superintendência Executiva de Administração Penitenciária (Seap) informou que a vítima foi encontrada pendurada em uma corda com várias lesões no corpo e será investigada a possibilidade de homicídio.
A Seap informou ainda que havia outros 13 detentos na cela junto com a vítima. A corporação destaca que as “circunstâncias do fato estão sendo investigadas”. No entanto, a causa da morte do preso não foi confirmada e “depende do resultado do laudo” da Polícia Técnico-Cientifica, que periciou o local.
FONTE G1

Rebelião em presídio deixa agente prisional e 3 detentos mortos, em Luziânia Outro servidor foi feito refém e ficou ferido. Presos pediam celeridade nos processos aos quais respondem.


Rebelião em presídio deixa agente prisional e 3 detentos mortos, em Luziânia

Outro servidor foi feito refém e ficou ferido. Presos pediam celeridade nos processos aos quais respondem.

Por Murillo Velasco, G1 
Detentos fazem rebelião após tentativa de fuga em presídio de Luziânia
Detentos fazem rebelião após tentativa de fuga em presídio de Luziânia
Um grupo de detentos fez uma rebelião, nesta segunda-feira (11), após uma tentativa frustrada de fuga, na Casa de Prisão Provisória (CPP) de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Em nota, a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) informou que um agente prisional e três reeducandos morreram. Eles reivindicavam celeridade nos processos aos quais respondem.
A rebelião começou por volta de 23h30 desta domingo (10) e controlada nesta manhã, por volta das 9h30. Ainda conforme a SSPAP, a rebelião começou quando presos de uma cela simularam que um dos detentos estava passando mal. Dois agentes entraram para prestar o socorro e foram rendidos.
Os dois foram feridos. Um deles sobreviveu. O outro chegou a ser socorrido e levado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O órgão informou que os detentos foram mortos pelos próprios colegas.
Participaram das negociações uma advogada da Comissão de Direito Penitenciário da OAB-GO, um promotor de Justiça e um policial do Grupo de Operações Regionais (Gore).
Policiais reforçam segurança no presídio, em Luziânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera) Policiais reforçam segurança no presídio, em Luziânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Policiais reforçam segurança no presídio, em Luziânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Os presos reivindicam agilidade na análise dos processos, alegando que muitos deles já deveriam estar em liberdade, já que no local ficam os detentos que ainda não foram julgados. Além disto, reclamam da qualidade das refeições e da superlotação, já que o local tem espaço para 140 presos e atualmente comporta mais de 340 detentos.
Em nota ao G1, a Associação dos Agentes Prisionais do Estado de Goiás (Aspego) informou que a situação é “crítica” e confirmou que um vigilante penitenciário temporário é feito refém. A instituição comunicou que está apurando se há presos feridos ou vítimas fatais dentro da CPP.
Como o presídio fica na zona urbana de Luziânia, a Polícia Militar isolou todo o quarteirão, para manter a segurança da população que mora próximo ao local. Centenas de parentes dos presos estão no local. Durante a madrugada, uma idosa, que foi em busca de informações sobre um família acabou desmaiando no meio do tumulto.
Parentes foram até o local em busca de informações, em Luziânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O dono e o executivo do grupo J&F se apresentaram na sede da polícia em São Paulo e estão presos desde domingo. Eles embarcaram para a capital federal por volta das 14h.


Busca e apreensão

Na manhã desta segunda, a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em imóveis relacionados a Joesley e Saud na capital paulista.

Policiais deixaram a sede da corporação às 5h para ir aos quatro endereços, entre eles a casa de Joesley, no Jardim Europa, e o apartamento de Saud, no Morumbi, ambos na Zona Sul.

Também foram alvos de mandados de busca e apreensão a casa do advogado e diretor jurídico da JBS, empresa do grupo J&F, Francisco Assis e Silva, e um escritório da JBS na cidade.

A operação foi batizada de "Bocca", em alusão à "Bocca della Verità" escultura romana que, na Idade Média, acreditava-se morder a mão de mentirosos e, portanto, servia como uma espécie de polígrafo à época.




Avião com Joesley e Saud deixa São Paulo em direção a Brasília (Foto: Reprodução/TV Globo) Prisões


Os pedidos de prisão ao STF foram feitos por Janot nesta sexta-feira (8). Além de Joesley e Saud, Janot pediu a prisão do ex-procurador da República Marcelo Miller, mas o ministro do STF Edson Fachin, relator da Lava Jato, negou ao dizer que não são "consistentes" os indícios de que ele tenha sido "cooptado" por organização criminosa.


Em nota, a defesa de Miller afirma que ele "repudia veementemente o conteúdo fantasioso e ofensivo das menções ao seu nome nas gravações divulgadas na imprensa e reitera que jamais fez jogo duplo ou agiu contra a lei", diz o texto.






Joesley deixa sede da PF em São Paulo rumo a Brasília (Foto: Reprodução/GloboNews/Amós Alexandre)


O estopim para as prisões foram os áudios em que Joesley e Saud sugerem que Miller estava ajudando nos acordos de delação. Em um dos trechos, os dois fazem uma brincadeira, cogitando fantasiar Marcello Miller de garçom para que ele pudesse assistir à gravação de uma conversa.

No áudio, também faziam referências a ministros do Supremo, mas sem que nenhum ministro fosse relacionado a irregularidades, ilicitudes ou crime. "Cinco do Supremo na mão dele. Inclusive muitos conversados", disse Saud em um trecho.


As ordens de prisão de Joesley e Saud foram encaminhadas para a PF neste sábado (9), e a polícia afirmou que não cumpriu os mandados porque estava "em planejamento operacional" quando os dois manifestaram, por meio de seus advogados, a intenção de se entregar.

FONTE G1

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