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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Câmeras de segurança que custaram R$ 3 milhões não funcionam em GO

Câmeras de segurança que custaram R$ 3 milhões não funcionam em GO

O dinheiro saiu de um projeto desenvolvido pelo Ministério da Justiça. Pelo acordo, a manutenção ficou sob responsabilidade das prefeituras.

Fábio Castro Goiânia, GO
Mais um caso de desperdício de dinheiro público: 83 câmeras que deveriam ajudar na segurança da região mais violenta de Goiás não estão funcionando.
As câmeras de segurança ajudaram a polícia a identificar áreas de tráfico de drogas, registraram um assalto a um banco e deram apoio em operações de fiscalização. Foram instaladas em 2011, mas aos poucos pararam de funcionar, uma por uma, nas três maiores cidades do entorno de Brasília, onde vivem mais de um milhão de pessoas.
Em Luziânia, o equipamento não registrou as invasões de bandidos a uma loja. “Ia ajudar bastante, porque as câmeras nas ruas têm todo um trabalho de aproximação, dava para identificar o carro, uma placa e até mesmo uma pessoa”, declara Luara Braz, gerente da loja.
Em Cidade Ocidental, segundo os moradores, até a central de monitoramento fechou. “Fica complicado para a polícia identificar os assaltantes”, diz Artur Rodrigues, comerciante.
São 83 câmeras de segurança, que custaram cerca de R$ 3 milhões. O dinheiro saiu de um projeto desenvolvido pelo Ministério da Justiça. Pelo acordo, a manutenção dos equipamentos ficou sob responsabilidade das prefeituras da região.
A prefeitura de Luziânia informou que vai religar as câmeras. Para isso contratou uma empresa de São Paulo e disse que o problema não vai se repetir. “Provavelmente daqui a duas semanas o monitoramento vai estar em perfeito estado de funcionamento, inclusive com 100% de transmissão”, declara Claezia Rocha, da Secretaria de Administração de Luziânia.
Só em 2013 já foram registrados mais de 4 mil roubos e 400 assassinatos no entorno de Brasília, o que representa 27% dos homicídios em Goiás. Quem anda por essas ruas espera que as câmeras voltem a oferecer segurança.
“A violência está muito grande, assim, muito crime acontecendo. Então, eu creio que ajudaria muito se estivesse funcionando”, diz Solange Gomes, diarista.
A prefeitura de Novo Gama informou que vai se reunir na sexta-feira (16) com a polícia e o Conselho Municipal de Justiça para buscar uma solução para o problema.
A Prefeitura de Cidade Ocidental diz que aguarda a conclusão de um processo sobre irregularidades com o dinheiro destinado às câmeras.
fonte g1 df

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