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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Governador condena invasão e pede retratação pública

Governador condena invasão e pede retratação pública





(Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)
O governador Marconi Perillo |(PSDB) concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira, dia 19, sobre a invasão do Palácio Pedro Ludovico Teixeira (PPLT) por policiais civis ocorrida na tarde desta terça-feira, dia 18. O governador declarou que defende o direito de manifestação, mas condena os atos de vandalismo que representam um atentado à democracia.

Durante a entrevista, Marconi Perillo disse que determinou a Secretaria de Segurança Pública a apuração das responsabilidades e investigação dos excessos, o governo exige uma retratação por parte dos líderes da categoria.

"A SSPJ já deu início às apurações para que os responsáveis pela ocupação do PPLT respondam pelo que fizeram", disse ele. "Eu já disse ao secretário: ou eles pedem uma retração pública, ou não tem acordo", disse.

"Se os policiais civis não tomarem uma decisão sobre o indicativo de greve até amanhã, os pontos serão, sim, cortados. Já determinei ao Joaquim Mesquita que abra todos os processos disciplinares necessários. O Governo de Goiás realizou dezenas de reuniões com os policiais e estamos, sim, cumprindo o que foi acordado. Estamos estabelecendo uma série de políticas salariais, mas temos que cumprir as leis de responsabilidade fiscal", ressalta o governador.

Além dos pedidos de desculpas, foi determinado aos policiais civis, em reunião com o secretário Leonardo Vilela, da Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento (Segplan), que eles terão que pagar pelos danos causados à sede do governo.

"Esses policiais civis que tiveram atitude de vândalos terão que pagar pelos prejuízos causados ao PPLT. O secretário Leonardo Vilela, da Segplan, se reuniu hoje com a categoria e espero que o encontro tenha sido produtivo", disse.

O governador ainda explicou que apesar do discurso dos invasores, não houve data limite para votação do projeto na Assembleia. "O governo não está brincando em relação a essa situação. Eu não tratei com os presidentes dos sindicatos sobre data para encaminhar, quem tratou disso foi o deputado Marcos Martins e no governo às vezes as coisas demoram. Nós temos que analisar se temos ou não temos recursos. Temos que analisar estritamente o que prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal", pontuou.

CONCURSO DA PM

O governador esclareceu ainda que o grupo que está acampado em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira não foi aprovado no concurso público da Polícia Militar. Segundo ele, todos os aprovados foram convocados e até mesmo 50% do cadastro reserva, conforme determinava o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público. "O que eles querem é que mais 50% dos que não foram aprovados sejam chamados. Isso não é possível pela lei e ninguém está concordando, nem mesmo o Ministério Público. O que terá que ser feito depois é um novo concurso", explicou.
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