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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Fumante passivo também corre risco de desenvolver câncer Médicos alertam que fumaça prejudica da mesma forma fumantes passivo e ativo

Fumante passivo também corre risco de desenvolver câncer

Médicos alertam que fumaça prejudica da mesma forma fumantes passivo e ativo
Fabiana Grillo, do R7
Fumar faz mal à saúde não só do tabagista como também de todos que estão ao seu redorThinkstock
Há quem diga que fuma apenas no final de semana, outros recorrem ao cigarro em momentos de estresse e trsiteza ou traga de vez em quando para acompanhar a bebida alcoólica. Não importa se o consumo do tabaco é recreativo ou não, o fato é que fumar faz mal à saúde não só do tabagista como também de todos que estão ao seu redor. Este é o alerta da pneumologista Tânia Pereira Ignacio, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, no Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado nesta sexta-feira (29).
— Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos da chamada poluição tabagística, entre eles irritação nos olhos, cefaleia e aumento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias.
Mas, as consequências à saúde não param por aí. O pneumologista Ciro Kirchenchtejn, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, explica que a pessoa que aspira a fumaça do cigarro aumenta o risco de desenvolver os mesmos problemas de saúde de quem fuma diariamente, como doenças cardiovasculares, respiratórias e até câncer.
— Exatamente por isso existe a lei antifumo, que proíbe fumar em locais fechados, beneficia não só os fumantes passivos como também os ativos.
Tânia acrescenta que fumantes passivos têm um risco 30% maior de desenvolverem câncer de pulmão e 24% maior de episódios de infarto do coração. Crianças que convivem diretamente com fumantes têm, em maior frequência, doenças respiratórias como asma, bronquite, rinite alérgica e pneumonias. No caso de bebês, as substâncias tóxicas elevam o risco de morte súbita.
Segundo dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o cigarro mata 200 mil brasileiros por ano. Para ficar fora dessa estatística, os especialistas reforçam a importância de abandonar o vício. Além de adotar hábitos saudáveis, Kirchenchtejn lembra que medicamentos podem contribuir para minimizar os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina.
— A maior parte das pessoas para por conta própria, mas em geral sofre, engorda e faz seis ou sete tentativas. Quando há a ajuda de acompanhamento psicológico e medicação, o processo tenta a ser menos difícil.
Está complicado parar de fumar? Veja no vídeo as dicas da cardiologista Jaqueline Issa, diretora do Programa de Tratamento de Tabagismo do Incor:
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