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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Advogado vai pedir liberdade de sequestrador que fez refém em hotel de Brasília Segundo advogado, juiz converteu prisão em flagrante para prisão preventiva


Advogado vai pedir liberdade de sequestrador que fez refém em hotel de Brasília

Segundo advogado, juiz converteu prisão em flagrante para prisão preventiva

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Do R7

Jac Souza dos Santos rendeu um mensageiro com uma arma de brinquedo e vestiu a vítima com colete com explosivos falsosDida Sampaio/Estadão Conteúdo

A defesa vai entrar com habeas corpus nesta quarta-feira (1) pedindo a liberdade de Jac Souza dos Santos, de 30 anos, que fez um refém no Hotel Saint Peter, em Brasília. De acordo com o advogado do acusado de sequestro, a Justiça converteu a detenção de Jac de prisão em flagrante para prisão preventiva.

Jac foi preso nesta segunda-feira (29) após manter um mensageiro de refém durante oito horas em um hotel na região central de Brasília (DF).

O advogado Carlos Nascimento também quer que o seu cliente passe por uma avaliação psiquiátrica para saber se precisa de tratamento especializado. Para Nascimento, Jac pode ser beneficiado por não ter antecedentes criminais.

— A decisão foi equivocada. Ele é réu primário, tem ocupação lícita, residência fixa. Não tem motivo para ficar preso.

Com uma arma de brinquedo, Jac rendeu, algemou e vestiu a vítima com um colete cheio de dinamites falsas. Jac exigia a aplicação da Lei da Ficha Limpa, a extradição do ativista italiano Cesare Battisti e até a saída da presidente Dilma Rousseff do governo.

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Nascimento explicou que Jac vai responder por cárcere privado qualificado, com pena de 2 à 8 anos. O advogado confirmou que a motivação para o sequestro foi a insatisfação política de Jac.

— Foi motivação política. Ele estava inconformado com as falsas promessas dos candidatos. Com as denúncias de corrupção envolvendo políticos.

De acordo com familiares, Jac teria tentado cometer suicídio há alguns dias e vinha passando por problemas pessoais. O advogado contou que Jac terá que ficar em Brasília até receber ordem judicial para voltar à Combinado (TO), cidade onde mora.

Os amigos garantem que ele era uma pessoa tranquila. Em 2008, se candidatou a vereador da cidade, pelo PP, mas não conseguiu se eleger. Depois, assumiu a Secretaria de Agricultura do município e atualmente trabalhava no comitê de campanha do candidato ao governo do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB).
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