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terça-feira, 14 de abril de 2015

Justiça de Goiás condena cinco réus pela morte de Leonardo Pareja Criminoso ficou conhecido por comandar rebelião e debochar da polícia. Pena total chega a mais de 45 anos; homicídio ocorreu em presídio, em 1996.


Justiça de Goiás condena cinco réus pela morte de Leonardo Pareja
Criminoso ficou conhecido por comandar rebelião e debochar da polícia.
Pena total chega a mais de 45 anos; homicídio ocorreu em presídio, em 1996.



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Pareja durante rebelião no Cepaigo: ousadia e
fama (Foto: Lorisvaldo de Paula/O Popular)

O Tribunal do Júri de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana, condenou cinco réus pelo assassinato de Leonardo Pareja, criminoso que ficou nacionalmente conhecido pela ousadia ao fugir e debochar da polícia. O Tribunal de Justiça não informou qual a pena individual de cada réu, mas, se somadas, chegam a 45 anos e 6 meses.

O crime ocorreu em dezembro de 1996, no antigo Centro Penitenciário de Goiás (Cepaigo), onde atualmente funciona o Complexo Prisional da cidade. Oito meses antes, Pareja havia comandado uma rebelião de seis dias na unidade.

O júri ocorreu na segunda-feira (13) e foi presidido pelo juiz Leonardo Fleury Curado. Além da morte de Pareja, eles também respondiam pelos assassinatos dos detentos Veriano Manoel de Oliveira e Grimar Rodrigues de Souza, e pela tentativa contra Manoel de Oliveira Filho, no mesmo dia. Todos eles eram colegas de Pareja.

Os condenados são: Eduardo Rodrigues de Siqueira, Eurípedes Dutra Siqueira, José Carlos dos Santos, Ivan Cassiano da Costa e Raimundo Pereira do Carmo Filho. Sérgio Luciano de Almeida, que havia sido denunciado, não foi levado a julgamento.

Segundo o Tribunal do Júri, Eduardo e Raimundo estão presos na Penitenciária Odenir Guimarães (POG), em Aparecida de Goiânia. Eurípedes está foragido. Já José Carlos e Ivan não foram encontrados para serem intimados, mas o órgão não soube informar se eles têm mandado de prisão em aberto ou não.

Mortes
Segundo a denúncia feita pelo MP, os condenados planejaram a morte de Pareja e todos os detentos que tinham alguma relação com ele, após o criminoso informar à direção do Cepaigo um plano de fuga dos acusados através de um túnel que era cavado no presídio.
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Após saberem disso, os réus foram até a cela de Veriano armados com facas e uma pistola calibre 45 e o mataram com golpes de faca. Em seguida, eles foram ao encontro de Pareja. Eurípedes o agrediu com um tapa e Eduardo o esfaqueou no pescoço. Ao tentar fugir por um corredor, ele foi cercado por José Carlos, Ivan e Raimundo, e levou cinco tiros.

Após o homicídio, eles foram à cela de Grimar e Manoel. O primeiro foi baleado e morreu na hora. Já o segundo se fingiu de morto até os detentos saírem do local e se salvou. Logo após os assassinatos, a polícia invadiu o prédio e conteve os réus.

Rebelião e fama
Pareja cometeu o primeiro crime em setembro de 1995, em Salvador (BA). Ele sequestrou uma garota de 16 anos, sobrinha do então senador Antônio Carlos Magalhães, e a manteve refém por três dias. Após liberar a vítima, ele fugiu e driblou a polícia em três estados até se entregar no mês seguinte.

Já preso, o criminoso comandou um rebelião que durou seis dias no antigo Cepaigo. O ato ocorreu durante uma visita de autoridades à unidade, entre eles, o então presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), Homero Sabino de Freitas.

O criminoso conseguiu fugir ao fim da rebelião levando seis reféns. Durante a fuga, ele parou em um bar, deu autógrafos, comprou cigarros e bebidas. Ele foi recapturado um dia depois, em um posto de combustíveis de Porangatu, no norte do estado.
Criminoso sequestrou sobrinha de senador antes de rebelião (Foto: Carlos Costa/O Popular)
fonte G1 

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