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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Deputado vai apresentar voto em separado pela rejeição das contas de Dilma O relatório de Acir recebeu muitas críticas da oposição, que aposta na tese de crime de responsabilidade por causa das pedaladas fiscais


Deputado vai apresentar voto em separado pela rejeição das contas de Dilma
O relatório de Acir recebeu muitas críticas da oposição, que aposta na tese de crime de responsabilidade por causa das pedaladas fiscais


Após o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) contrariar o entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU) e recomendar a aprovação com ressalvas dos gastos do governo em 2014, a oposição apresentará um voto em separado pela rejeição na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Suplente no colegiado, o deputado Izalci (PSDB-DF) começou a elaborar um novo parecer e vai entregá-lo no fim do recesso parlamentar, em fevereiro. A comissão tem até março para votar o texto final, que, em seguida, será submetido ao plenário do Congresso.
O relatório de Acir recebeu muitas críticas da oposição, que aposta na tese de crime de responsabilidade por causa das pedaladas fiscais — atrasos nos repasses de pagamentos do governo — para afastar a presidente Dilma Rousseff. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), negou que o parecer esvazie o pedido de impeachment, aceito por ele em 2 de dezembro. “Mesmo que, porventura, a comissão mista aprove o parecer e o plenário das duas Casas aprove, isso por si só não tem nenhuma mudança acerca do que foi feito nesse processo de impeachment”, afirmou.



O principal argumento do pedido de afastamento, elaborado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaina Paschoal, é que Dilma cometeu crime de responsabilidade ao autorizar as pedaladas fiscais em 2015. O conteúdo está em representação feita pelo Ministério Público de Contas, que atua junto ao TCU. Em outubro, a Corte reprovou, por unanimidade, as contas da petista em 2014 por esse motivo. “Eu nunca usei como argumentação que o TCU seria a base da aceitação (do pedido de impeachment). O que foi aceito se trata única e exclusivamente da parte de 2015”, justificou Cunha.

Para Izalci, o relator atuou politicamente e descartou a análise do TCU. “Na prática, houve irregularidade ao contrariar a Lei de Responsabilidade Fiscal. A Constituição é claríssima. Quem é responsável pelas contas é o presidente da República”, disse. Ainda que a CMO acate o parecer original, ele aposta em uma derrota em plenário. “O governo não tem maioria. Não ganha tamanha a clareza das irregularidades”, afirmou. Para o líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), o parecer pró-Dilma reforçará a rejeição da população à gestão petista. “Um relatório encomendado pelo governo vai provocar ainda mais indignação do povo”, disse.
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