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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

POLÍCIA IMPÕE DISCIPLINA MILITAR EM ESCOLA PÚBLICA PAIS APROVAM, “ESPECIALISTAS” CRITICAM***

POLÍCIA IMPÕE DISCIPLINA MILITAR EM ESCOLA PÚBLICA PAIS APROVAM, “ESPECIALISTAS” CRITICAM***
A região Metropolitana do Entorno do DF convive com problemas crônicos de violência a mais de uma década.

A Força Nacional de Segurança Pública reforça o policiamento, operações integradas entre as Policias tanto do Estado de Goiás como a grande parcela de colaboração entre as coirmãs PMDF e PMGO são realizadas frequentemente.

No Embate contra a Criminalidade e Violência o apoio da população e seguimentos diversos trazem bons resultados na redução e prevenção contra o aumento da Criminalidade.

Em Valparaíso, o Colégio Fernando Pessoa já apareceu no noticiário policial depois que um ex-aluno foi assassinado a tiros ali. Em outra ocasião, uma professora sofreu um sequestro relâmpago ao sair do prédio.

A vice-diretora do Fernando Pessoa, que foi mantida no cargo, garante que a escola hoje é outra. Antes havia problema de tráfico de drogas e prostituição, os professores tinham medo dos alunos. No colégio José de Alencar os relatos são semelhantes: antes era tudo uma bagunça, hoje as coisas estão bem mais organizadas a disciplina funciona.

Para muitos especialistas a quem diga que esse modelo de Escola pode ser prejudicial e que esse modelo tira a liberdade de escolha do aluno o tornando um ser subserviente. Dizem até que: “Escolas militarizadas podem deixar pouquíssimos espaços de discussão, de divergência e até de tolerância para que seus alunos possam se manifestar como bem entenderem. Acho que devemos nos perguntar se queremos escolas que criem cidadãos de fato, não apenas cumpridores de ordens”, afirmam até que vê em na formação baseada em valores bélicos o oposto do que se espera de uma sociedade mais tolerante e que respeita a diversidade, pode ser um tiro no pé, gerando revolta.

Encontrar um equilíbrio será o desafio constante. Mas não resta dúvida de que, atualmente, o pêndulo foi em demasia para o lado do afrouxamento das regras, do “vale tudo”, do desrespeito aos professores e às normas escolares.

Estudei minha vida toda em escolas publicas e naquela época as escolas eram rigorosas, não só na cobrança da matéria (meritocracia) como na conduta. Havia fila diária para cantar o Hino Nacional, o respeito aos símbolos e a pátria era ensinado, o uniforme tinha de ser usado a rigor e os profissionais da educação tinham o respeito de seus alunos. Educação Moral e Cívica faziam parte do currículo mesmo não sendo Escola Militar, a Ordem o respeito o Civismo era pratica diária.

Nos Colégios Militares esses policiais estão levando para essas escolas disciplina, ordem e meritocracia. Como condenar isso? Podemos e devemos ficar atentos aos abusos, cobrar transparência e liberdade, inclusive para críticas. Mas o apoio popular, inclusive dos próprios pais e dos alunos, mostra como há um abismo entre o que prega a intelligentsia e o que deseja o povo.

QUEM É CONTRA A POLICIA e NÃO GOSTA DOS HOMENS DE FARDA, aqueles cujo discursos disseminam em suas falácias que a Policia de uma forma geral é truculenta agressiva, ao ver os resultados desse processo perdem o senso ético e partem para a baixaria, atacam de uma forma contumaz colocando futuros cidadãos contra aqueles que vivem e morrem para proteger a sociedade.

Quem é contra a polícia normalmente é bandido. No caso de algumas escolas públicas, diria que são aqueles que preferem a bagunça, a baderna, a esculhambação, tudo em nome da “igualdade” e da “horizontalidade” das relações hierárquicas. Eu prefiro a eficiência, a disciplina, a meritocracia.

Cada um com suas escolhas.

LUZIANIA GOIÁS PRECISA DE UM COLÉGIO MILITAR URGENTE ***

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