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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Polícia prende suspeitos de dar golpe na compra de máquinas agrícolas Trio usava empresa de fachada para comprar equipamentos em Goiânia. Itens não eram pagos às lojas e eram revendidos com valor menor.


Murillo VelascoDo G1 GO
Trio utilizava empresa de fachada para aplicar golpes, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)Trio utilizava empresa de fachada para aplicar golpes, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)









A Polícia Civil apresentou nesta segunda-feira (5) três suspeitos de aplicar golpes na compra de máquinas agrícolas, em Goiânia. De acordo com as investigações, Rodrigo Rocillo Ovídio, de 37 anos, Roney Borges Togo, de 34, e Nelson Antônio Baptistella, de 59, utilizavam uma empresa de fachada para obter crédito no financiamento dos equipamentos para, em seguida, vendê-los com preço abaixo do de mercado.
Segundo o delegado Cleiton Manoel Dias, da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Nelson e Rodrigo viajaram de Santa Catarina para Goiás exclusivamente para praticar crimes. 

Os três foram presos no último dia 1º de setembro, em um apartamento no Setor Oeste, na capital. De acordo com o delegado, eles negociavam a venda de uma trator do modelo Bob Cat, que deu nome à operação.
“O Nelson, que já tinha sido preso por extorsão, era responsável por falsificar os documentos que comprovavam a receita da empresa. O CNPJ da empresa de fachada era cedido por Roney. Rodrigo é apontado como a pessoa que negociava a compra das máquinas”, afirmou.
O equipamento, de valor estimado em R$ 150 mil, teria sido comprado pelo trio em uma concessionária utilizando os documentos de comprovação de rendimentos falsos. Segundo a polícia, ainda não é possível prever o prejuízo causado pelos golpes.
“Eles compravam as máquinas no nome da empresa de fachada. Para obter crédito nas revendedoras, eles apresentavam declarações de imposto de renda e movimentações contábeis fraudadas. O prejuízo ficava com as empresas, quando eram as responsáveis diretas pelo financiamento, ou com o banco, quando estes davam a contrapartida”, revelou.
O trio foi preso em flagrante e deve responder por estelionato. De acordo com o delegado, se condenados, podem pegar pena de 1 a 5 anos.
Suspeitos negociavam venda de equipamento de R$ 150 mil, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)Suspeitos negociavam venda de equipamento de R$ 150 mil, em Goiás (Foto: Murillo Velasco/G1)
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