ANUNCIE SUA EMPRESA AQUI

OBRIGADO POR VOSSA VISITA***

domingo, 30 de abril de 2017

Ex-faxineira que virou juíza lança livro sobre sua história: 'É possível concretizar os sonhos' Adriana Queiroz, de 38 anos, diz que enfrentou vários desafios até chegar à magistratura, entre eles a falta de dinheiro. Com cinco pós-graduações e cursando letras, ela afirma que 'estudo é fundamental'.



Por Sílvio Túlio, G1 GO

28/04/2017 07h42 Atualizado 28/04/2017 21h17



Adriana durante a posse como juíza de direito: livro para incentivar outras pessoas (Foto: Arquivo pessoal)



A juíza de direito Adriana Maria Queiroz, de 38 anos, lança, no sábado (29), o livro "Dez passos para alcançar seus sonhos - A história real da ex-faxineira que se tornou juíza de direito", em Goiânia. Na obra, ela conta sua trajetória desde o seu primeiro trabalho, como faxineira, até chegar à magistratura, na qual atua desde 2011, em Quirinópolis, na região sul de Goiás.


Em entrevista ao G1, a magistrada relata uma infância pobre, passando por desafios que colocaram à prova seus sonhos e por pessoas que a ajudaram até a aprovação no concurso público para juíza. Adriana quer, com o livro, incentivar as outras pessoas a seguirem em busca dos seus sonhos.


"Quando tomei posse, em 2011, muitas pessoas me procuraram pedindo dicas sobre como conseguir o que se almeja. Ali surgiu a vontade de escrever um livro mostrando que não é fácil, mas é possível. Quando me tranquilizei na carreira, comecei a escrever para levar essa mensagem e incentivar as pessoas mostrando que é possível concretizar os sonhos desde que haja empenho", disse.


Adriana é titular da 1ª Vara Cível e da Vara de Infância e da Juventude de Qurinópolis, cidade goiana que entrou na vida dela por acaso. Os pais deixaram a zona rural de Guanambi, no sertão da Bahia, e se mudaram com os seis filhos para Tupã, no interior de São Paulo em busca de melhores condições de vida.


Caçula da família, Adriana percebeu cedo a importância dos estudos. Durante o ensino médio - todo cursado em colégio público - ela começou a alimentar o sonho de fazer direito. Com 18 anos, ela passou no vestibular em uma universidade particular, mas, para tentar pagar os estudos, começou a trabalhar como faxineira.



Aprovação em concurso veio após muito esforço e luta (Foto: Arquivo pessoal)
FONTE G1 GOIÁS
Postar um comentário

AS MAIS DOS ULTIMOS 30 DIAS

FOTOS ON LINE

ACIOLLYVERSATIL@HOTMAIL.COM