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quinta-feira, 15 de junho de 2017

“Faces da verdade” O sigilo da fonte e a ética profissional no jornalismo.

“Faces da verdade” O sigilo da fonte e a ética profissional no jornalismo.

Cenas do Filme
O desafio de preservar a fonte da informação. No filme “As Faces da Verdade” (Nothing but the truth) a personagem enfrenta o desafio de preservar sua fonte a despeito de pagar um preço alto por isso: ser presa. 

O filme retrata a realidade americana em que uma emenda constitucional garante a liberdade de expressão, mas ressalta o poder excessivo do Executivo que o faz valer com base no argumento que defende a segurança nacional. Abaixo está um resumo do filme, o link para seu trailer e gostaria que vocês, fizessem uma análise de acordo com o que está solicitado abaixo.
Pontos para reflexão

Qual o comportamento da jornalista em relação à sua fonte. Em casos extremos como o relatado no filme o sigilo deve ser quebrado?
Em primeiro momento o comportamento da jornalista é pautado naquilo que sempre rege o verdadeiro principio do jornalismo. O sigilo da fonte e a ética profissional no jornalismo estão muito bem trabalhados no filme “Nothing but the truth”; “Faces da verdade”. A utopia de construir um mundo melhor, fazer matérias que desvendem algum escândalo, artigos que solucionam problemas sociais e divulgar atos de corrupção e injustiças fazem parte do sonho de um acadêmico de jornalismo. A resistência da jornalista, Rachel Armstrong às pressões do governo e da justiça para que ela entregue o nome da fonte que lhe deu a informação que lhe permitiu denunciar. A jornalista, em defesa do princípio de preservar a fonte, desafia a autoridade de um juiz, por conta disso passa mais de um ano numa prisão, perde a família, sofre todo tipo de constrangimento. Se o sigilo deve ser quebrado? Considerando sobre soberania nacional e principalmente a fonte é uma criança, que é revela no final do filme, nem deveria ser publicada. Eu acho que houve interesse por parte da jornalista receber reconhecimento ou talvez um prêmio jornalístico tipo o Prêmio Pulitzer (prêmio americano outorgado a pessoas que realizem trabalhos de excelência na área do jornalismo, literatura e música.)  
Como podemos analisar o comportamento do veículo e sua relação com a jornalista? Houve apoiamento e suporte jurídico?
O jornal foi totalmente propenso para divulgação da informação por motivos óbvios, os olhos se voltaram para interesses financeiros, “venda de jornais e promoção em mídia nacional”. Após a explosão da matéria a jornalista ficou desamparada em todos sentidos.
O jornal, mesmo conhecendo os riscos, não deveria ter impedido a matéria para defender a integridade da jornalista e de sua fonte?
O erro começou pela própria jornalista do filme. Eu acredito que a publicação da notícia foi com o intuito de algo maior. Ela denunciou o erro do governo em uma ação extrema de retaliação, sem averiguar as consequências que poderiam levar essa notícia. Talvez, entre os mais puristas, haverá quem a julgue um monstro por ter usado informações de uma criança. Não condeno a personagem por ter se baseado na oralidade de uma menina. Afinal, a criança não foi exposta. Ela apenas acreditou na informação e usou-a como base da investigação. Os editores chefes deveriam saber da fonte para publicar algo tão relevante.
Qual deve ser, na opinião de vocês, o tratamento da imprensa com informações que afetem a segurança nacional de um país?
Sabemos que cultura norte-americana é ligada ao patriotismo diferente da brasileira. Devido essa característica deveria ter um outro tratamento. As informações deveriam ser guardadas para momento mais propicio e com fontes mais seguras. Segurança nacional deve ser preservada.
A jornalista cumpriu seu papel de informar a sociedade?
Quando partimos do principio da ética e da preservação da fonte percebemos o cumprimento legal do oficio, percebe-se que no final do filme ocorre o distanciamento da ética, pois a jornalista Raquel aproveitou uma conversa inocente com uma menina (filha da agente denunciada) para elaborar a matéria. A menina contou para Raquel a sua história e pediu que ela guardasse segredo. Respondendo a partir dessas colocações, ela não cumpriu o papel de informar a sociedade com uma segurança.
O veículo pautou-se pelo princípio igreja-estado?
Sim, parte do principio ético que norteia o campo do jornalismo que é separação da imprensa e poder. (BUCCI, Eugênio)
 “As Faces da Verdade”
De Rod Lurie, EUA, 2008
Com Kate Beckinsale (Rachel Armstrong), Matt Dillon (Patton Dubois), Angela Bassett (Bonnie Benjamin), Alan Alda (Albert Burnside), Vera Farmiga (Erica Van Doren), David Schwimmer (Ray Armstrong), Floyd Abrams (juiz Hall) 
Argumento e roteiro Rod Lurie
O filme, de 2008, fala sobre um ataque que teria sido ordenado pelo fictício presidente americano, Lyman,  a bases militares da Venezuela, cujo governo teria participado do atentado; há, no entanto, fontes que dizem que relatórios da CIA não eram conclusivos a respeito da participação do governo venezuelano.
Uma jornalista que trabalha para o também fictício Sun Times de Washington, publica matéria na qual, a partir de informações de uma fonte, confirma que o governo americano praticou o ataque mesmo com informações que demonstravam que o país latino não estava, de fato, envolvido. (qualquer semelhança com as armas de destruição em massa que deram ao governo Bush a desculpa para invadir o Iraque não seria mera ficção).
Intimada a revelar sua fonte a jornalista reluta e é presa. O filme mostra os embates entre a jornalista – que tem sua vida pessoal devastada – o governo e a justiça americana.
fontehttp://www.jairheuert.com.br/2011/06/cenas-do-filme-no-filme-as-faces-da.html

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