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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Caverna do DF onde bombeiros foram contaminados tinha acesso exclusivo para treinamentos Placas da Polícia Federal avisam que área é exclusiva; local fica a 78 quilômetros do Plano Piloto. Três bombeiros continuavam hospitalizados nesta segunda-feira.


Caverna do DF onde bombeiros foram contaminados tinha acesso exclusivo para treinamentos

Placas da Polícia Federal avisam que área é exclusiva; local fica a 78 quilômetros do Plano Piloto. Três bombeiros continuavam hospitalizados nesta segunda-feira.

Por G1 DF


Caverna em Brazlândia, no DF, onde ocorreu o treinamento dos bombeiros (Foto: TV Globo/Reprodução)
A caverna onde homens do Corpo de Bombeiros foram contaminados por histoplasmose era usada exclusivamente para treinamento de bombeiros e policiais. O local fica em Brazlândia, a 78 quilômetros do Plano Piloto e na entrada há placas da Polícia Federal informando que a área é de uso exclusivo. Dos dez bombeiros que foram internados, três ainda permaneciam hospitalizados na tarde desta segunda-feira (12). Outros três tiveram alta no final da manhã.

Um grupo de 32 bombeiros participou, em maio, de um curso de resgate. Desses, 25 entraram na caverna e 20 acabaram contaminados pela doença provocada por inalação de esporos de um fungo encontrado em fezes de pássaros e de morcegos.

Semanas depois do curso, eles apresentaram sintomas como febre e dificuldade para respirar. Dez pessoas tiveram que ser internadas e os outros dez fizeram tratamento em casa.
   
Na fazenda Dois Irmãos, onde fica a caverna, não é permitida a entrada de visitantes. Segundo o infectologista Vítor Laerte Júnior sempre é arriscado entrar em cavernas pouco exploradas. Ele alerta que, se não for tratada corretamente, a histoplasmose pode levar a morte.


“A pessoa que entra nesses ambientes tem que ter consciência de que corre risco. Não tem como evitar inalar substâncias do solo, a não ser que entre de máscara.”

O Corpo de Bombeiros reconhece que a atividade oferece riscos, mas diz que sempre é feito um levantamento preliminar. Segundo a corporação, os instrutores do curso foram até o local e constataram que não havia perigo de desabamento, por exemplo. Mas eles não teriam reparado na quantidade de morcegos.

BRASÍLIA
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